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Dor depois de treinar: diferenças entre o normal e uma possível lesão

dor depois de treinar

Saiba interpretar corretamente a dor depois de treinar - Foto: Shutterstock

Sentir dor depois de treinar, na maioria das vezes, é algo normal, que acontece com várias pessoas. Principalmente quando realizamos alguma atividade nova ou retomamos a rotina de exercícios após algum tempo parado. Afinal, quem não se lembra dos dois primeiros dias após começar a praticar musculação, por exemplo? O incômodo pode ser grande, mas, depois de um período curto, ele passa e o corpo se adapta à nova rotina.

Saiba interpretar corretamente a dor depois de treinar - Foto: Shutterstock

A dor depois de treinar acontece, geralmente, por causa de microlesões inevitáveis que ocorrem durante a atividade física. Elas provocam um processo inflamatório no organismo que, através da alimentação e do sono, consegue se regenerar, fortalecendo as áreas afetadas e te deixando pronto para outra. Ou seja, é esse ciclo que permite a evolução física e a hipertrofia dos músculos.

“Essa é uma resposta do organismo em defesa ao processo inflamatório responsável pelas dores musculares depois dos exercícios. Conhecido como Dor Muscular Tardia (DMT) essa sensação de desconforto na musculatura ou de estar com o corpo ‘travado’ é normal”, explica o fisioterapeuta Cadu Ramos.

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Dor depois de treinar nem sempre é normal

No entanto, existem alguns sinais diferentes da DMT, que podem, inclusive, indicar uma possível lesão. Principalmente se você se empolgou no retorno ou início de uma atividade física e acabou passando dos limites. Por isso, confira as diferenças entre o normal de uma dor depois de treinar e quando ela pode ser o indício de algo mais grave:

Comum

“Só é preciso ter cautela e respeitar os limites do corpo no próximo treino ou dar mais um dia de descanso naquela semana”, orienta o fisioterapeuta.

Possível lesão

“É importante saber que a atividade física é sinônimo de saúde e antônimo de dor. Se qualquer incômodo não amenizar com dois dias de pausa nos treinos é essencial não negligenciar ajuda. A reabilitação, na maioria das vezes, permite o retorno aos treinos muito mais rápido e é bem mais eficaz do que a insistência em se recuperar sozinho e acabar criando um problema ainda maior”, finaliza Cadu.

Fonte: Cadu Ramos, fisioterapeuta especialista em Fisioterapia e Traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) – Escola Paulista de Medicina (EPM)

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