Façanha, sim. Zebra, nem tanto
Ao final da partida, o narrador do canal norte-americano CBS cravou: “Uma partida chocante”, antes de ficar alguns segundos em silêncio e concluir que os brasileiros “mereceram o ouro”. A seleção brasileira vinha de um quarto lugar no Mundial de 1986, disputado na Espanha — perdendo exatamente para os Estados Unidos na semifinal. Era, portanto, uma equipe experimentada, que contava com seus destaques, os alas Oscar e Marcel, como protagonistas em seus clubes na Itália, então um grande centro europeu da modalidade. Nem por isso, entretanto, imaginavam que derrubariam os norte-americanos em sua casa.LEIA TAMBÉM: Aprenda os principais fundamentos do basquete
David Robinson, principal jogador daquele time de 1987 e anos depois um dos astros do inesquecível Dream Team (primeira formação estadunidense com jogadores da NBA) na Olimpíada de 1992, reconheceu anos depois o peso daquela derrota. “Aquela derrota foi fundamental para que os Estados Unidos criassem o Dream Team. Vimos o quanto o basquete internacional havia evoluído. Eu até me sinto lisonjeado por ter perdido aquela final do Pan para o Brasil e jamais esqueci daquele dia. Depois, nós ainda acabamos ficando com a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Seul 1988 e ficou realmente claro que precisaríamos criar a seleção mais forte possível”, disse o astro em entrevista ao GloboEsporte.com há três anos.A campanha brasileira
110 x 79 Uruguai 100 x 99 Porto Rico 103 x 98 Ilhas Virgens 88 x 91 Canadá 131 x 84 Venezuela 137 x 116 México 120 x 115 Estados UnidosElenco de ouro!
4. Paulinho Villas Bôas, ala 5. Maury, armador 6. Gérson, pivô 7. André, pivô 8. Rolando, pivô 9. Cadum, armador 10. Guerrinha, armador 11. Marcel, ala 12. Pipoka, pivô 13. Silvio, pivô 14. Oscar, ala 15. Israel, pivôCONFIRA TAMBÉM:
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