Ciclistas e maratonistas

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Não bastasse o reprovável hábito dos motoristas curitibanos que relatei no último post, a Maratona de Curitiba começa a ter uma tradição por parte de vários participantes não vista com tanta força em quase nenhuma corrida brasileira. Infelizmente, é uma atitude que deve começar a ser coibida de forma enérgica pela organização do evento. Já havia visto in loco tal atitude em Curitiba, mas os relatos desta vez foram numerosos. O ato reprovável é vindo de corredores que correm sempre ladeados por ciclistas que atuam como “cilistas-pacer”, levando hidratação, incentivo e demais tipos de suportes aos corredores. Cabe salientar que pelas regras internacionais, qualquer tipo de pacer é proibido e a punição é a desclassificação do atleta. O que diria então de um pacer que coloca em risco a segurança dos demais atletas? – já que houve inúmeros relatos contando que esses ciclistas passavam zunindo pelos demais atletas – sem falar que tira o brilho de uma prova pedestre, como o próprio nome já diz.
Foto: Divulgação
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Tags: #corrida #harry thomas

Sobre o autor

Harry Thomas Jr. tem 50 anos e é corredor maratonista desde 1995. Já completou 27 maratonas, sendo três sub 3h, além de duas ultratrails. Pioneiro no Brasil na criação de sites especializados em corridas de rua, é colunista e blogueiro da Sport Life Brasil.