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5 dicas para separar os sinais da fome real da emocional

É muito comum confundir a fome real com a emocional e acabar comendo muito mais do que o necessário

5 dicas para separar os sinais da fome real e da emocional
Foto: Shutterstock

Tem dias que comemos sem parar e, mesmo assim, continuamos com vontade de beliscar algo. Em outros, a vontade de assaltar a geladeira se torna incontrolável, não é mesmo? Mas isso é fome real ou estamos sendo movidos por fatores emocionais?

Segundo Tayse Correa, nutricionista parceira da Fit Food, o corpo emite sinais diferentes para descrever a real demanda por comida. “Com fome fisiológica, você não fica seletivo. Come o que tiver na frente. O estômago ronca, pode haver irritabilidade e uma leve dor de cabeça”, diz.

Diferente disso, a fome emocional acontece para preencher um vazio geralmente associado à alguma emoção como, ansiedade, tristeza, felicidade – e até mesmo, medo de passar fome. “Você sente vontade de comer alimentos específicos e come pelo simples fato do alimento estar disponível, sem respeitar a saciedade”, afirma.

Para quem precisa enxugar alguns quilos, melhorar hábitos ou tratar alguma questão de saúde através da alimentação, Tayse puxa a orelha: “Não basta ter um plano alimentar maravilhoso, cheio de estratégias eficientes elaboradas por um profissional, se o paciente obedece sua fome emocional o tempo todo”, conta.

Para ter mais consciência sobre os sinais da fome real e favorecer a mudança do comportamento alimentar, a nutricionista sugere algumas práticas diárias diante da comida. Experimente:

1) Saia do automático. “Sempre reflita sobre os motivos que te levam a comer. Com a prática, isso também fica automático de uma maneira que é favorável a você e não à comida”.

2) Pergunte a si mesmo antes de comer. “Isso é fome real?”. “Esteja atento a sensação que chega e mude o comportamento para ser coerente com os sinais do corpo;

3) Experimente sentir fome fisiológica para comer, sem horários das refeições ou regras. É importante para distinguir os sinais de fome e saciedade. “Pelo menos por um tempo, a experiência também deve ser praticada por pessoas que precisam ter uma rotina alimentar”.

4) Esteja presente no momento da refeição e a cada impulso que o leva à comer. “Se não corresponder aos sinais da fome real, interrompa o consumo no momento. Tome um copo de água e se entretenha com outra possibilidade disponível, até que a fome real se faça presente outra vez”.

5) Pergunte-se também: está prazeroso? Estou satisfeito? Ou estou comendo só porque o alimento está disponível? “Isso inclui aquela sobra no prato, que muitas vezes não queremos jogar fora”.

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