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Comer de 3 em 3 horas ainda é a melhor escolha para dieta?

Pequenas refeições, curtos intervalos: será que a técnica de comer de 3 em 3 horas é realmente a melhor e a mais indicada?

Comer de 3 em 3 horas ainda é a melhor escolha para dieta?
Foto: Shutterstock

Na ânsia de encontrar uma dieta que dê mais resultado, muitas pessoas escolhem um plano alimentar com pequenas refeições realizadas em um curto intervalo de tempo (normalmente, de 3 em 3 horas). Mas, como Bettina Del Pino, nutricionista da Dietbox, alerta, não existe uma resposta ideal para todos. Ou seja, buscar orientação profissional é o correto.

“A melhor alternativa é a que se adequa melhor a cada caso. Existem pacientes que não conseguem comer de 3 em 3 horas, não sentem fome. Então não precisamos, tecnicamente, inserir nenhuma refeição neste curso de tempo. Mas por outro lado pode ser uma alternativa bacana para aqueles que precisam fazer dietas mais hipocalóricas, como uma estratégia para não sentirem tanta fome. Cabe a cada nutricionista saber adequar o melhor perfil da dieta para o paciente, de acordo com o que ele busca e o que será melhor para o seu acompanhamento nutricional, visando aderência ao plano e bem-estar”, comenta.

A especialista ainda conta a razão da opção de comer de 3 em 3 horas ter se popularizado. “Quanto mais frequente o paciente comer, pode ser que mais rápido seja o seu esvaziamento gástrico, mas isso não está relacionado com o aumento do gasto energético. O que realmente aumenta o gasto energético é estimular o organismo com exercício físico”, aponta.

Bettina ainda reforça que esse tipo de alimentação – a cada 3 horas – não vem sendo tão indicado com frequência. “A grande maioria dos profissionais tem se desapegado dessa conduta, utilizando outras técnicas, como avaliar o horário que o paciente tem mais fome, além de tentar adaptar com os horários que fazem sentido para o paciente fazer suas refeições. Além disso, trabalhar com o reconhecimento de fome e saciedade também pode ser muito vantajoso, pois dá autonomia para o paciente fazer suas escolhas”, emenda.

Ou seja, é preciso ter muito estudar caso a caso, respeitando a autonomia do paciente, para que ele realize suas refeições quando sentir fome. “Muitas vezes é necessário estabelecer alguns horários, não necessariamente de 3 em 3 horas, para que o paciente não fique muito tempo sem fazer nenhuma refeição. O reconhecimento da fome e saciedade deve ser trabalhado ao longo do tempo para que realmente haja uma efetividade nessa percepção

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