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Neurocirurgião lista 5 motivos para abandonar o sedentarismo

Ainda assim, o primeiro “passo” consiste na consulta com um médico

Cinco motivos para abandonar o sedentarismo
Cinco motivos para abandonar o sedentarismo - Shutterstock

De modo geral, o sedentarismo ocorre quando uma pessoa fica ausente de uma rotina de exercícios físicos, condição que o deixa “amargurada” e com ritmo em “câmera lenta”. No entanto, há como reverter e nesse sentido o médico neurocirurgião Dr. Antônio Araújo vai listar cinco motivos para abandonar o sedentarismo.

Os cinco motivos para abandonar o sedentarismo

Melhoria da função cognitiva

Ao realizar atividades físicas regulares, o hormônio irisina entra em nosso corpo e entre os benefícios está o auxílio na memória. “Estamos falando de um hormônio que melhora o funcionamento dos neurônios e reduz o esquecimento, ou seja, importante para demências como o Alzheimer”, comenta Antônio.

Manutenção da mobilidade

A prática de exercícios de impacto tem recomendação para pacientes com Parkinson. De acordo com Araújo, ajudam na produção de dopamina, neurotransmissor que atua de diferentes formas no sistema nervoso e se relaciona com o humor e prazer.

“Esse hormônio atua no sistema nervoso central para facilitação do movimento, do equilíbrio e da destreza, além de ser importante para o circuito de emoções do cérebro”, garante.

100% de força e equilíbrio

Determinados exercícios ajudam na força e no equilíbrio, como musculação, caminhada e corrida. Esse tipo de prática pode ser muito benéfica para pacientes com esclerose múltipla.

“O hábito pode auxiliar na diminuição da fadiga, pois se associa a um treino aeróbico, podendo melhorar na força e equilíbrio dos pacientes”, explica. “Vale lembrar que trata-se de uma doença que não tem cura, assim como muitas outras, mas a prática de exercícios contribui para uma melhor qualidade de vida e até mesmo o retardo da condição”, complementa.

Redução de crises epiléticas

Os pacientes que sofrem com epilepsia podem obter uma melhora significativa nas crises ao realizar exercícios físicos diariamente. “O aumento dos níveis de noradrenalina e endorfina auxiliam como protetores do sistema neurológico, ajudando na diminuição de episódios epiléticos”, expõe.

Efeito anti-inflamatório e analgésicos naturais

Casos de enxaquecas, depressão e ansiedade podem ser amenizados com exercícios físicos. “A liberação de endorfina e serotonina é a principal aposta para auxiliar nas fortes dores de cabeça, pois os hormônios atuam como analgésicos naturais. O cortisol – hormônio do estresse – pode ser reduzido através da prática saudável, gerando um efeito anti-inflamatório para o tratamento das doenças”, finaliza o Dr. Antônio Araújo.

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