Dia do Esportista revela 5 motivos urgentes para sair do sedentarismo

Entenda como a prática de atividades físicas pode melhorar a saúde e o bem-estar

Dia do Esportista
Dia do Esportista / Foto: Shutterstock

Hoje, dia 19 de fevereiro, é celebrado o Dia do Esportista. Uma data simbólica, não apenas para homenagear todos aqueles que praticam atividades físicas regularmente, como para ressaltar os benefícios da prática esportiva e incentivar as pessoas a saírem do sedentarismo.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 40% da população brasileira já era sedentária antes da pandemia. Com o surgimento da Covid-19 e das medidas de proteção para frear a disseminação do coronavírus, a expectativa é que esse número tenha crescido ainda mais.

Uma triste notícia, já que os hábitos sedentários podem provocar uma série de complicações para a saúde e até mesmo doenças mais graves, como obesidade e diabetes. Por isso, o Dia do Esportista é uma data importante para conscientizar as pessoas sobre os benefícios que a realização de atividades físicas pode proporcionar para o corpo e a mente.

Dessa maneira, separamos cinco motivos urgentes para você aproveitar o Dia do Esportista e sair do sedentarismo o quanto antes. Confira:

1. Sedentarismo engorda e mata

A falta de exercícios físicos reduz o gasto calórico diário e, dessa maneira, favorece o acúmulo de gordura corporal. Com o passar do tempo, essa sobra pode se transformar em sobrepeso e até mesmo obesidade. A partir desse momento, o organismo fica mais suscetível ao aparecimento de complicações cardiovasculares e diabetes.

Para evitar tudo isso, além de realizar atividades físicas regulares, a nutricionista do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Paloma Popov Custódio, também alerta para a importância de uma dieta balanceada. “Você é o que você come. Quando falamos em uma alimentação com qualidade nutricional, não há fórmula mágica, porque cada um tem uma necessidade diferente, cada um tem a sua individualidade”, conta.

2. Prejudica a saúde mental

A realização de exercícios físicos estimula a produção de inúmeros hormônios do bem-estar. Já vimos, inclusive, que a musculação pode liberar mais de 600 substâncias benéficas para o organismo. Quando você é uma pessoa sedentária, nada disso acontece.

“Você vai liberar uma substância natural produzida pelo cérebro chamada endorfina! Essa substância vai te deixar mais motivado e mais disposto, causando uma sensação muito melhor para realizar as atividades cotidianas. Além de desfrutar de relaxamento e diminuição do estresse com o dia a dia, o que causa maior distração de estímulos depressivos”, afirma o educador físico Márcio Oliveira.

3. Sedentarismo pode afetar produção hormonal

Conforme vimos, a realização de atividades físicas estimula a produção hormonal do corpo. Fator que, de acordo com Márcio, além de causar sensação de bem-estar e relaxamento, influencia diretamente na forma fisiológica e psicológica do indivíduo. Tanta em homens, como em mulheres, a fuga do sedentarismo melhora a função endócrina e aumenta a qualidade de vida.

4. Exercícios melhoram a capacidade cognitiva

A atividade física pode prevenir algumas doenças neurológicas e autoimunes, como esclerose múltipla, AVC e Alzheimer. Além de fortalecer as funções cardíacos do organismo.

“Com o exercício físico é possível reduzir o risco cardiovascular e melhorar os níveis de LDL, que a longo prazo propicia uma melhora na cognição. Estudos recentes mostram que durante a atividade física é liberada uma substância chamada irisina, que foi comprovadamente preventiva para o Alzheimer”, explica a neurologista do Hospital Anchieta de Brasília, Priscila Proveti.

5. Sedentários vivem menos

Quem pratica exercícios físicos tende a aumentar a sua longevidade. “Se a gente executa algum movimento, alguma atividade física, algum exercício físico, isso faz com que nossas células vão rejuvenescendo, além de incluir diversos benefícios cardiorrespiratórios, aumento da densidade mineral óssea e diminuição do risco de doenças crônico-degenerativas”, finaliza o educador físico, Márcio Oliveira.

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