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Mulheres na Ultra: a leveza de Simone Castilho

Em mais uma parte da nossa serie conheça Simone, que através da corrida, superou não só a depressão, mas também seus próprios limites

Simone Castilho, corredora da série Mulheres na Ultra
Foto: Arquivo Pessoal
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Ao longo da nossa série sobre mulheres ultramaratonistas, já vimos como correr pode ser terapêutico e ter um impacto realmente positivo em vários aspectos na vida de alguém. Na história de hoje, vemos novamente como o esporte pode ser capaz de nos levar além. Conheça a história de Simone Castilho, 43 anos, corretora, mora em Mogi das Cruzes (SP). Ela conta como encontrar ajuda de alguém no esporte fez não só com que ela saísse da depressão, mas também superasse seus próprios limites.

Simone Castilho, corredora da série Mulheres na Ultra

Foto: Arquivo Pessoal

“Comecei a correr há 3 anos e meio. Nessa época, estava com depressão e percebi que a corrida me deixava mais leve e despreocupada. A cada dia de treino, ao calçar meu tênis, percebia que queria um pouco mais. E assim foi, até que eu conheci meu treinador, Emerson Bisan. Ele me fez acreditar no meu potencial de ir além!

Meu marido e meu filho me apoiam de longe, pois não gostam de ficar esperando por horas e horas até eu voltar de uma corrida de mais de 42 km. Mas eles sempre me ligam na largada para desejar boa sorte e entendem esses treinos insanos que antecedem as ultramaratonas.

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Mulheres na Ultra: A jornada de Luciana Zauhy Garms

Sempre que me proponho um desafio, penso primeiro que estou indo para me divertir. As ultras exigem um bom treinamento psicológico, pois várias vezes vem a vontade de desistir durante a prova. É incrível como a mente manda no corpo, e isso fica muito nítido ao se participar de uma ultramaratona. Quando cruzo a linha de chegada, sinto que meu dever foi cumprido. Enquanto estou em um desafio, penso na confiança que meu treinador depositou em mim, na energia enviada pelos meus amigos e familiares, nas orações da minha mãe e principalmente na comemoração com uma cervejinha bem gelada!”

Texto e Pesquisa: Amanda Preto e Gabriel Gameiro | Edição: Victor Moura

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