Ginástica localizada: a modalidade que nunca sai de moda das academias

A ginástica localizada consiste em uma série de movimentos aeróbicos simples e sem aparelhos, o que ajuda a explicar seu sucesso

Mulher praticando ginástica localizada
Foto: Shutterstock

Os vídeos de exercícios aeróbicos foram uma verdadeira febre nos anos 1980. Até mesmo quem  não vivenciou a época deve ter alguma referência de Jane Fonda, a atriz norte-americana que, além de ser a percussora da ginástica localizada nos Estados Unidos, usava e abusava dos looks coloridos e colados ao corpo – isso para não falar das famosas polainas, que até hoje são utilizadas dentro das academias.

Contudo, se hoje as plataformas midiáticas e as musas fitness são outras, a ginástica localizada continua sendo sensação nas academias do país, como explica Eduardo Netto, diretor técnico da academia Bodytech: “A atividade tem seguidoras fiéis e de idades variadas, o que garante aulas sempre lotadas. É uma modalidade que trabalha o corpo de maneira integrada, ajuda a fortalecer os músculos, aumenta a força, melhora a flexibilidade corporal e auxilia no ganho de massa magra. Outro fator que agrada o público feminino são as aulas especificas para glúteo, abdômen e perna. O desejo das mulheres é ter um corpo com curvas perfeitas e tudo no lugar”, enfatiza o especialista.

O Jump e o Step, por sua vez, são modalidades que trabalham a coordenação motora. Para participar é necessário concentração para acompanhar a coreografia preparada pelo educador físico. Além disso, a trilha sonora é um grande incentivador. Treinar ao som de músicas agitadas é extremamente benéfico, já que o(a) aluno(a) se entrega ao exercício e, mesmo cansado, quer continuar dando seu melhor para ter a sensação do treino perfeito. Conheça os benefícios de cada uma das modalidades:

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